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domingo, 9 de abril de 2017

É tempo de Natal

Ontem à noite assisti e “participei” com uma pequena intervenção no lançamento de segundo CD do Coro de Pequenos Cantores de Esposende (CPCE) – “É tempo de Natal”. Tive a oportunidade de assistir a um concerto de Natal que jamais me sairá da memória pela autenticidade e qualidade do seu repertório, pela apresentação rigorosa e profissional do CPCE, e acima de tudo, pela excelente interpretação musical de um cd inteiro, ao vivo, sem rede, e sem floreios de entretenimento fácil. Na igreja Matriz de Esposende não havia uma palmo de espaço livre, nem sentado nem sequer de pé! Foi com um orgulho reforçado que pela primeira vez fiz parte integrante, com uma obra minha a 3 vozes à cappella, de um projecto deste maravilhoso agrupamento.

Queria deixar aqui os meus parabéns e agradecimento a todos, à Carolina Ferreira pela ilustração da capa do cd, ao Gustavo Almeida pela qualidade técnica da gravação, ao André Silva pela percussão, ao Diogo Zãopela prestação sempre seguríssima no piano e órgão, à D. Celeste pelo apoio permanente, ao Osvaldo Fernandes pela qualidade das suas obras, à Câmara Municipal de Esposende, à Antena 2 pelo programa e publicidade ao CD, à Escola de Música de Esposende por ter feito nascer um grupo deste nível, ao Carlos Pinto da Costa pela assistência musical, permanente apoio e dedicação ao projecto, à maestrina e diretora Musical do CPCE, Helena Venda Lima, por tudo, e claro, a todos os elementos do CPCE sem excepção.
O CD “É tempo de Natal” – dá a ouvir, numa obra de grande valor educativo, artístico e estético, música de compositores portugueses todos nascidos no século XX, respectivamente, Osvaldo Fernandes, Paulo Bastos, Croner de Vasconcelos, Fernando Lopes-Graça e Frederico de Freitas.

(facebook | 17 de Dezembro de 2014)

quarta-feira, 31 de julho de 2013

sábado, 30 de junho de 2012

Piano Harp and Percussion

O primeiro cd de Paulo Mesquita na iTunes Store. Isto já devia ter acontecido há muitos anos!
Para ouvir um preview  e comprar carregar aqui.

terça-feira, 19 de junho de 2012

comentários no facebook com APV a propósito de" Six Portraits of Pain"


Post de António Pinho Vargas que deu origem aos comentários:
o desejo secreto do compositor é poder chegar ao ponto de imaginar que com a sua obra, ou algumas delas, terá mudado a vida de, pelo menos, algumas pessoas. Neste caso posso afirmar que a peça Six Portraits of Pain mudou a minha. A partir d...esse momento milagroso e inexplicável não foram poucas as vezes em que recorri à lembrança da sua estreia para tentar afastar as angústias e as dúvidas da criação: "lembra-te que foste capaz de compor aquela peça". Comparado com isto, com a possibilidade de ter sentido algumas vezes esta exaltação solitária, o facto de o disco ser quase impossível de encontrar, de a música portuguesa em geral ser menosprezada ou desconhecida, mesmo em Portugal, acaba por ter uma menor importância, nem que seja por breves momentos.
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Comentários:
Paulo Bastos Fantástica obra... o que eu gostava de assim escrever! A melodia é sempre o ponto mais evidente numa depuração controlada e sofrida. Adorei, parabéns!
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26/3 às 18:54 · GostoNão gosto · 2
Gonçalo Gato Eu tenho o disco! Estou consigo na sua luta. 1 abç
26/3 às 18:57 · GostoNão gosto · 1
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António Pinho Vargas Caro Paulo Bastos, muito obrigado. E mantemos um contacto por interpostas pessoas - alunos seus que vêm de Braga estudar comigo e com outros colegas em Lisboa, sempre muito bons, há vários anos. Não é por acaso. Parabéns e obrigado. Tem razao. É a melodia que conduz tudo.
26/3 às 18:58 · Não gostoGosto · 1
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Paulo Bastos Um sustentação melódica quase Mahleriana. Eu não tenho o disco...
26/3 às 18:58 · GostoNão gosto · 2
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Paulo Bastos Obrigado pelas suas palavras APV!
26/3 às 19:00 · GostoNão gosto · 1
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António Pinho Vargas A minha (ou nossa luta) não tem nenhuma hipótese. Estudei o assunto da ausência, desmontei-lhe os mecanismos de poder e os discursos, mas um livro é um livro, é um livro, é um livro, como diria Godard. Não muda o mundo nem pouco mais ou menos. Trouxe alguma consciencia do facto a algumas pessoas - várias - "estávamos todos enganados" disse Sérgio Azevedo, "o seu livro transformou a ausência num monumento" disse-me Nuno Corte-Real. É importante mas não irá mudar dispositivos de poder seculares ou fortemente enraizados. Monumento será esta peça, talvez. Mas foi tocada em 2005, 2006 na Casa da Música, e pela Utópica em 2011. 3 vezes em 7 anos e meio. Uma peça que um director do Serviço de Música da Gulbenkian me disse ser "uma grande peça de música, repare que não digo de música contemporânea, digo de música". Mas lá não foi... A minha tese talvez explique porquê. É isso. Serve para explicar algumas coisas mas não é suficiente para as mudar.
26/3 às 19:10 · Não gostoGosto · 7
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Paulo Bastos No que à música diz respeito sou, francamente, um pessimista. Nada vejo de positivo no atual estado das coisas desde a cultura à educação. Penso mesmo que a parolice reinante é aquilo que, infelizmente, somos. Muitas vezes, sinto-me completamente só, e chego a pensar que eu é que estou errado... os tais intermediários são os que manipulam, os que fazem prescrever o objeto estético de qualidade, os que tudo fazem para a manutenção do gosto brejeiro. Há já alguns anos que sinto isto e penso que, hoje, nada há já para fazer. Ainda assim, penso que hei-de sempre escrever música, é mesmo uma necessidade estrutural, sem a qual nada fazia sentido.
26/3 às 19:24 · GostoNão gosto · 5
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CarlotaFranco Cppinto Muito densa e bonita! Gostei muito! Obrg, por nos dar a ouvir tão boa música. Linda a sonoridade do violoncelo. E o(s) texto(s) que aparecem de Manuel Gusmão, foram inspiração para... ou surgiram depois da composção? Desculpe a minha ignorância. Um abraço.
26/3 às 19:33 · GostoNão gosto · 3
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António Pinho Vargas Cara CarlotaFranco Cppinto, cada andamento, cada um dos 6 retratos, desta peça tem um poema ou um texto de Deleuze/Espinoza, Paul Celan, Manuel Gusmão (2), Thomas Bernhard, Anna Akhmatova. Enquanto compunha a ideia de retratos de dor ou da dor - daí ser em inglês o que me dispensou desta diferença - relativos a vários tipos de sofrimento humano, foram aparecendo à medida que ia compondo: por exemplo, o texto de Deleuze no início da peça é: "Espinosa conservava o casaco rasgado pela faca assassina para se lembrar que o pensamento nem sempre é amado pelos homens". Na peça apenas o de Anna Akhmatova é ouvido - lancinante - gravado e lido por mim - mesmo antes de começar a segunda parte da peça que está neste video. Os outros, estão escritos na partitura, os músicos são convidados a lê-los, mas não são ouvidos. Que afectaram o compositor fortemente enquanto trabalhava nem se pergunta: marcaram o carácter da peça de forma indelével.
26/3 às 21:00 · GostoNão gosto · 6
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António Pinho Vargas Sabem uma coisa: num romance de Vergílio Ferreira, há um personagem amigo do principal que é pintor e a certa altura lhe diz: "às vezes, no meu delírio, até penso que o que faço é bom". Pois bem. Neste caso, no meu delírio (seguramente), até penso que esta peça é das melhores que já ouvi nos últimos 50 anos, ou talvez mesmo, 100. Já não ouvia esta gravação há uns largos meses ou anos. Hoje, como fiz este video, já vou na quarta ou quinta vez!. Ah, grande convencido que és - no teu delírio - mas que posso fazer? Encanta-me, comove-me, sei lá... Sou um ser humano e tenho defeitos como este. Como disse no início o meu amigo Paulo Bastos, é fantástica esta obra (julgo, no meu delírio).
26/3 às 23:32 · Não gostoGosto · 4

sábado, 1 de dezembro de 2007

Piano Singular

Acabei de encontrar esta informação no Tonalatonal de Sérgio Azevedo e não resisti à tentação de reproduzir também aqui a notícia...

A Trem Azul acaba de lançar um novo disco de Olga Prats - Piano Singular - com música de autores tão variados como Bach, Schubert, Wagner, Berio, Chick Corea, Janacék e Sara Claro entre muitos outros.

(lançamento no CCB, Sala Lopes-Graça, dia 3 de Dezembro, às 18:30, entrada livre)

sábado, 28 de julho de 2007

Dinu Lipatti

Mas o que une as pessoas que gostam mesmo de música é a capacidade de estarem abertas a surpeenderem-se a qualquer momento!
Assim disse Carlos A. A., com toda a razão, num comentário a um post que aqui coloquei - "Chopin e interpretação". Pois bem, o César Viana e o próprio Carlos A. A. aguçaram-me o apetite para ouvir as valsas de Chopin por Dinu Lipatti. E não é que a minha amiga Nívea Samovar, a propósito do tal post, me oferece um cd com as ditas cujas! Ouvi, e fiquei abismado, debaixo de um som "antigo" encontrei a clareza, a elegância e o equilíbrio de uma interpretação magistral.
Para ouvir deixo aqui a Valsa n°6 en ré b maior op.64 por Dinu Lipatti.
Obrigado César, Carlos e, claro, Nívea!

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Splanky

Então aqui vai!
Este post, retribuição a Carlos A. A. do Ideias Soltas, propõem três contrabaixos, Christian McBride, músico da nova geração, e dois músicos da velha guarda, Milt Hinton e Ray Brown, ou "Dad", como alguns lhe chamam. A distribuição sonora é esta: Brown na esquerda, McBride ao centro e Hinton na direita. O cd, Gettin' to it de Christian McBride (1995), primeiro álbum da carreira deste jovem contrabaixista, e a música chama-se Splanky.
Swing é isto!

sábado, 30 de junho de 2007

Mozart e interpretação

Para quem não conhece, para quem não lhe interessa conhecer e para os que estão acima deste tipo de coisas, aqui vai a interpretação que mais gosto das Sonatas de Mozart - a nº 13, também a que mais gosto - na magistral versão de Maria João Pires, na etiqueta Denon, gravadas em Tokyo, Lino Hall, em Fevereiro de 1974.
W. A. Mozart, Sonata para piano nº 13 em Si b maior, KV 333, Allegro, Andante cantabile e Allegretto grazioso - Piano, Maria João Pires, 1974

sábado, 23 de junho de 2007

Chopin e interpretação

Porque para mim as opiniões discutem-se!
No Artimanha encontrei uma discussão sobre interpretação de Chopin. O caso Pollini/Chopin foi debatido, embora, com algumas interrupções... daquelas de quem acredita que escrever uma opinião num blogue é um acto de auto-promoção ou coisa que o valha!
Agora venho eu fazer algumas sugestões para a audição desse grande compositor chamado Chopin. Digo grande compositor, porque o é. É muito comum menosprezar a produção de Chopin por este ter composto quase exclusivamente para piano. Asneira da grossa!!! Toda a produção de Chopin foi altamente inovadora, quer ao nível harmónico (avançou anos luz, numa série de coisas), quer na revolução técnica provocada nesse fantástico instrumento que é o piano. Acho piada à "acusação" de que só escreveu para piano, queriam o quê? Que escrevesse octetos de sopros sem ser esse o seu terreno composicional!? Atenção, que na moda composicional portuguesa não fica bem falar bem de Chopin! Os mais eruditos dizem até que o senhor compositor nem sabia orquestrar, que basta ver os concertos para piano, enfim, balelas! Os dois concertos de piano de Chopin (fora os ditos cujos de violino...) são muito bem orquestrados, tendo em atenção o estilo de escrita, as técnicas de composição e a especificidade da técnica pianística deste compositor.
Mas deixemo-nos de analisar este tipo de reacções tipificadas de determinados grupos pré-formatados senão ainda tenho que falar do caso Beethoven... sim, também é de bom tom, no meio composicional português, falar mal do mestre de Bona!
Voltemos ao Chopin. Para mim Chopin e a sua obra tem sido um livro aberto a constantes mudanças no que diz respeito às interpretações. A sua música é tão boa que há sempre quem possa surpreender-nos mesmo aqueles que nunca haviamos ouvido (tal como Ivan Moravec que conheci há pouco).
Vamos então às sugestões (3 apenas), às opiniões, à discussão de ideias, chamem-lhe o que quiserem!

Valsas - Vladimir Horowitz (desde sempre...)
Prelúdios - Evgeny Kissin e Maurizio Pollini (alguns são melhores por um, outros, por outro)
Estudos - Maurizio Pollini (sempre, perfeitos!)

Para ouvir, deixo esta monumental interpretação, seguramente a que mais gosto, do último prelúdio, op. 28 nº 24 em ré menor, tocada por Evgeny Kissin.

domingo, 3 de junho de 2007

17 Peças para Guitarra

Apesar de não ser hábito meu utilizar este espaço para falar do meu trabalho...

(mais informação aqui)
17 Peças para Guitarra (Partitura e CD - Dezembro 2006)

As “17 Peças para Guitarra” são peças compostas em função das dificuldades dos jovens guitarristas, estando a maior parte delas naquilo a que se pode chamar de posições mais naturais – mi, lá e ré –, mas repletas de pequenas surpresas, como as alternâncias permanentes de dinâmica, um acorde dissonante num contexto inesperado ou uma métrica desfasada num compasso simples. Foram escritas em apenas alguns dias no ano de 1997, na sequência de um desafio lançado pelo Professor José Pina, o qual me despertou para uma área especialmente deficitária como é a da música portuguesa para a infância. Nesse sentido, é de destacar, e louvar, o papel do Centro de Estudos da Criança da Universidade do Minho, e em particular da Doutora Elisa Lessa, pelo empenho e coragem em preencher esta lacuna através do projecto Música para a infância: inventariação e estudo do repertório musical português.
Por fim, os meus agradecimentos ao Rui Gama pela ajuda na revisão técnica destas peças, bem como pela sua disponibilidade em gravá-las e à Cláudia Nelson, que esteve na origem de todo este processo ao retirar este manual de guitarra “da minha gaveta”.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

de conhecimento obrigatório (18)

Thanks to the surprise radio airplay of "Don't Eat that Yellow Snow," Apostrophe introduced a whole new audience to the music of Frank Zappa in the early '70s. Like its companion set, Over-Nite Sensation, this album found Zappa producing highly polished jazz-rock, mixing tales of absurd characters with musical showmanship and snarling guitar work. The first half of the album is a sort of mini-concept album, relating the adventures of an Eskimo named Nanook, and the second half features such Zappa classics as "Cosmik Debris" and "Stink-Foot." - Andrew Boscardin

Frank Zappa, Apostrophe ('), 1974

sábado, 31 de dezembro de 2005

de conhecimento obrigatório (17)

joesgarage.jpg
Frank Zappa, Joe’s Garage Acts I, II & III, 1987
6 Comments:
At Segunda-feira, 09 Janeiro, 2006, Carlos a.a. said...
Obrigatório não sei,mas indispensábel, certamente.

At Sábado, 21 Janeiro, 2006, Luís Aquino said...
Se dúvidas houvesse, isto é o que se chama uma autêntica Zappa passion! Esta é... quê...? A décima referência ao Frank no «Tónica?». O que se percebe. Qiuando se gosta, gosta-se a valer. Como diria o outro, «gosta-se mesmo e à grande!»

At Domingo, 29 Janeiro, 2006, Razul said...
Como afirma o”comentador” anterior, essa Zappa passion é uma epidemia de fundo que grassa vai para décadas. E os Zappófilos são, curiosamente, das pessoas mais interessantes e humoradas que já conheci. Os meus preferidos de sempre serão os que compôem a trilogia do jazz do Francis Vicent Z: Waka Jawaka, Hot Rats e The Grand Wazoo.
Mother Mary and Joseph!!!
Rui Azul

At Quarta-feira, 01 Fevereiro, 2006, pb said...
Efectivamente a questão do Zappa na minha vida é bem mais do que uma paixão! Não tenho culpa de achar que tantos e tantos discos de Zappa possam e devam estar incluídos nos posts “de conhecimento obrigatório”. É algo incontornável no meu percurso musical e que não posso deixar de referir quando penso em obras de conhecimento indispensável. Descansem que não vou colocar aqui a discografia do Zappa na sua totalidade (cerca de uma centena de obras originais, fora os piratas!!!) até porque tal tarefa exigia um outro blogue... As paixões (“Zappa passion”), em termos musicais, andam muitas vezes associadas ao acto de “ser fã”.
E eu não sou fã de Zappa.
É mesmo algo de muito mais duradouro.
Desde que ouvi “One size fits all” aos 14 anos nunca mais larguei este vício e o meu maior arrependimento foi ter faltado (no money) em 88 ao concerto de Barcelona... aqui mesmo ao lado.
E para concluir, nas palavras do próprio Zappa:
“Well . . .
Information is not knowledge
Knowledge is not wisdom
Wisdom is not truth
Truth is not beauty
Beauty is not love
Love is not music
Music is THE BEST . . .”

At Sexta-feira, 03 Fevereiro, 2006, Razul said...
It's so very, very true, my friend! Também nunca me perdoei não ter ido ao concerto em Espanha, pelas mesmas razões: parco de recursos...(tem piada, sempre fiquei c/ a ideia que tinha sido em Madrid). Esse musical genius, cuja mulher era Portuguesa, tinha uma casa no Algarve e afirmava adorar vir para cá de férias porque ninguém o reconhecia, no meio de tantos “nativos” de bigode, e podia passar férias without groupies and promoters gettin’ on his tranquility...
A minha “adicção” começou vai para 38 anos atrás, quando gravei o 200 Motels da radio Luxembourg, com um gravador de bobines monofónico... Por cá, não havia discos nem quase pessoas que conhecessem FZ, ou... Edgar Varése, que o influenciou decisivamente.

At Segunda-feira, 06 Fevereiro, 2006, Luís Aquino said...
Resumindo e concluindo:
pb can’t forget Barcelona
Barcelona would never forget that concert
A concert isn’t a concert without passion
passion is...ZAPPA!

terça-feira, 4 de outubro de 2005

de conhecimento obrigatório (16)

Anner Bylsma.jpg
J. S. Bach, Six Suites for Violoncello Solo BWV 1007 - 1012, Anner Bylsma
5 Comments:
At Terça-feira, 04 Outubro, 2005, V.M. said...
do melhor que há.


At Quarta-feira, 05 Outubro, 2005, CV said...
Apenas reiterar o que o comentador anterior disse: “do melhor que há.”

At Domingo, 09 Outubro, 2005, M.C. said...
Mas k giro sera k alguma vez bach pensou k era possivel pegar numas chapas de metal e ouvir as suas obras ?ou alguma vez pensou k eu iria estar a falar dele na net ? desconfio k nao >* mas tb ele tava era preocupado em ter filhos e escrever nem tinha tempo para perder na net...aposto k ele ate usava micro-ondas para a mulher perder menos tempo na cozinha...< )

At Segunda-feira, 10 Outubro, 2005, Anonymous said...
ei pá!!!! só agora é que percebeste que isso existia?!!! Já tenho isso há dez anos...


At Segunda-feira, 10 Outubro, 2005, pb said...
Senhor(a) Anónimo(a):
não, já tinha percebido que isso existia há alguns anos, mais precisamente em 1993 quando comprei esta excelente interpretação.

domingo, 4 de setembro de 2005

de conhecimento obrigatório (15)

(e que tal voltarmos à música? Será melhor...)
You must believe in spring.jpg
Bill Evans, You must believe in spring, 1977
4 Comments:
At Quarta-feira, 07 Setembro, 2005, CV said...
To fully believe in Spring a recording such as this one was needed...

At Quarta-feira, 07 Setembro, 2005, nívea samovar said...
:-)
Isto do Paulo ainda não ter percebido que o César virou inglês e já aqui lhe deixou dois rastos para encontrar os seus “poems” faz-me sorrir... Vai lá ver, Paulo. São imensamente tristes mas muito bonitos. Requerem é um dicionário ao lado para quem, como eu, já não domina na perfeição a língua de Shakespeare.
Anyway, dear CV, we would be delighted to send you this recording as a gift, if that beautiful “rua de St. Antão” survived to this summer hell. (que chatice... não sei se survive é com “to” or not)

At Quinta-feira, 08 Setembro, 2005, pb said...
Pois, agora percebi...
Fico contente por saber de CV.
O Poems vai desde já para a minha lista de preferências.

At Sábado, 10 Setembro, 2005, CV said...
Só um detalhe: não “virei” inglês. Lá nasci e vivi. Hoje sou português e inglês. A Rua de Santo Antão sobreviveu, apesar de toda a região ter sido muito fustigada pelo fogo. Tem chuviscado nestes dias, o que torna o ar mais respirável.

terça-feira, 9 de agosto de 2005

7 Variations sur Lennie Tristano

O tributo - 7 Variations sur Lennie Tristano (2002)

O sexteto dirigido por Stephan Oliva e François Raulin é um dos mais estimulantes, pois que se propõe tocar a música de Lennie Tristano, ou temas a ele ligados, com uma formação instrumental bastante original. Os dois pianistas haviam já prestado a sua homenagem a Lennie Tristano no disco “Tristano”, mas a nova aposta era dar a conhecer as Variações do pianista cego tal como as interpretam sete dos grandes nomes do jazz francês actual. Assim, neste disco ouve-se uma reciclagem do Bop e do Pós-free, uma exploração da World music, onde os dois pianistas, embora não copiando o seu estilo, encontram nas concepções de Lennie Tristano uma autêntica mina de ouro que não cessa de revelar os seus tesouros. Mas esta formação só se completa e ganha forma com os restantes membros: Marc Ducret na guitarra, Bruno Chevillon et Paul Rogers nos contrabaixos, Laurent Dehors nos clarinetes e Christophe Monniot nos saxofones alto e barítono.
2 Comments:
At Terça-feira, 09 Agosto, 2005, IO said... Outro que chegou!, feliz pelo teu regresso!, abraço, IO.

At Terça-feira, 09 Agosto, 2005, pb said... Olá io! Obrigado pelo encorajamento. Eu entretanto, e apesar de não postar, vou sempre ao chuinga! Ao 2, é claro, por falar nisso, tenho que actualizar o link na minha página...

quinta-feira, 28 de julho de 2005

de conhecimento obrigatório (11)

uarewhatuis.gif
Frank Zappa, You are what you is, 1981
2 Comments:
At Domingo, 31 Julho, 2005, eduardo chagas said...
Belo disco, boa sugestão!

At Segunda-feira, 08 Agosto, 2005, CHICOZÉ said...
FINALMENTE MÚSICA. E DO FRANCESCO.
DO YOU NOW WHAT YOU ARE?
YOU ARE WHAT YOU IS.
BERY WELL!

terça-feira, 14 de junho de 2005

de conhecimento obrigatório (10)

B0000029P0.01._SCLZZZZZZZ_.jpg
György Ligeti Edition 3: Works for Piano (Etudes, Musica Ricercata)
Pierre-Laurent Aimard, Piano
10 Comments:
At Quarta-feira, 15 Junho, 2005, Paulo Mesquita said...
Parece que o comentário a Feldman (referência à 1a peça da Musica ricercata) o inspirou para este post. A propósito da ricercata, quando fui à estreia do filme do Stanley K., protagonizado por Nicole e o marido da altura Tom Cruise, fiquei estarrecido quando ouvi partes desta obra de Ligeti. O enquadramento não podia ter sido melhor. Precisamente a musica ricercata é, das obra de ligeti, a que mais toquei e toco. É das coisas que mais gozo dá a tocar. Acreditem. Quanto ao cd, a música é do melhor que há. Por vezes penso que Ligeti queria era ser músico de jazz, dado haver, em muitos momentos algo de third Stream. Uma palavra para o intérprete, como não podia deixar de ser: fantástico.

At Quarta-feira, 15 Junho, 2005, paulo mesquita said...

Correcção O comentário de que falo, no primeiro parágrafo, referenta “a Feldman”, deve ler-se “à Ionisation”. As minhas desculpas

At Quarta-feira, 15 Junho, 2005, pb said...
A série de posts “de conhecimento obrigatório” está preparada há muito tempo. O teu post só me relembrou deste grande disco que já tinha em lista de espera.

At Sábado, 18 Junho, 2005, César Viana said...
Estou a pensar ir esta semana ao Porto fazer a minha estreia da Casa da Música, indo ouvir o Quodlibet. Vai estar por lá?

At Sábado, 18 Junho, 2005, nívea samovar said...

César, eu respondo por ele porque se aqui não veio... (baixinho e para que ninguém ouça ou descodifique: ele está para ser progenitor a qualquer momento) P.S. Depois apagas isto Paulo, não fiques chateado :-)

At Domingo, 19 Junho, 2005, pb said...
Nívea Samovar, Samovar!!! Muito bem, agora o que está escrito está escrito e como não costumo apagar comentários... De qualquer forma já respondi a César Viana, mas pelo seu email directo, e não por aqui, não vá eu desgraçar-me ainda mais! :-)

At Domingo, 19 Junho, 2005, César Viana said...
Peço desculpa por esta invasão do vosso quotidiano familiar; acreditem que foi involuntária. Não vos sabia juntos. Ficará para uma altura mais propícia o nosso encontro, realmente há coisas que se sobrepõem a tudo. (e parabéns; não sei se é o primeiro que têm, mas é uma altura maravilhosa nas nossas vidas; os meus já são grandes - fazem blogues e tudo...- mas recordo as alturas dos seus nascimentos com uma alegre saudade que se renova dia-a-dia ao vê-los ser uns homens)

At Domingo, 19 Junho, 2005, nívea samovar said...
Ahahahahahahahahah Ó César... mas que mal entendido eu fui provocar :-)))))) Não sou eu! Eu estou aqui quietinha em Genève e o nosso amigo com sua esposa no Porto! (ai que já me fizeram rir tanto aqui com estas conversas malucas) Vocês são todos uns queridos. Agora quem vos convidava era eu para virem comigo à Festa da Música que dura nesta cidade há 3 dias consecutivos, noite e dia. Um S. João de música ao vivo e grátis por imensos espaços da cidade, de todos os géneros e para todos os gostos. Ontem, o Grand Théâtre de Genève e o Victoria Hall estavam a abarrotar de humanos de todas as idades. No fim dos concertos, os músicos misturam-se ao público e é uma animação de conversa. Tiram os laços e vêm refrescar-se com tubas, oboés, fagotes e flautas para o meio da rua. As estátuas seriíssimas dos grandes Reformadores estavam espartilhadas por um imenso palco para o rock! (O Calvino, sobretudo, devia estar a roer-se furibundamente, de tanto deboche). O Jazz espraiava-se pelos jardins onde uma multidão se deleitava nos relvados, deitando-se em enormes ursos de pelouche que a Câmara deposita na natureza para os cidadãos (ninguém rouba nada, não...). Nos espaços de etnologia musical, para além de um grupo do Burundi, ia actuar um rancho folclórico da “Casa do Benfica”! (Lamento mas aí pirei-me...). Enfim, vou-me embora para a última noite. Tá muuuuito calor... 31 graus. Saudades para esse país à beira mar plantado :-)

At Domingo, 19 Junho, 2005, pb said...
Hehe! Caro César Viana, eu já lhe respondi ontem por email para cesar.viana@oninet.pt, onde referi mais pormenores desta saga, a de ser pai para breve! Um abraço. :-)

At Domingo, 19 Junho, 2005, César Viana said...
Não digo mais nada...