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sábado, 23 de junho de 2012

Portuguese Brass, Marina Pacheco e Coro dos Pequenos Cantores de Esposende



Foi ontem! No Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, tudo memorável, fantástico, a qualidade global dos Portuguese Brass, a inegável e fantástica composição (Salmo 28) e orquestração de Osvaldo Fernandes, a jovem soprano Marina Pacheco, já com muitas provas dadas na sua carreira e, finalmente, o excelente coro dos Pequenos Cantores de Esposende, que deixou o público todo de boca aberta pela afinação (forma como se entra numa nota, como se mantém essa nota e como se sai dessa nota!), seriedade e qualidade excepcional do repertório escolhido, nomeadamente pelo escolha de John Rutter, e por fim, pela Direção de Helena Lima.



Os Portuguese Brass têm o prazer de partilhar o programa do Concerto desta noite em Braga, às 21h30, que contará com a participação especial da soprano Marina Pacheco e do Coro de Pequenos Cantores de Esposende (Direção: Helena Lima).

1ª PARTE:

- "Spirit of Brass" - Enrique CRESPO
- "Abertura Festiva" - Dmitri SHOSTAKOVICH (Arr. Peter LAWRENCE)
- "Adagio do Oratório de Páscoa" - J.S.BACH (Arr. Carlos Martinho)
- "Ave Maria" - Camille SAINT-SAËNS
- "For the Beauty" - John RUTTER
- "All Things Bright - John RUTTER
- "Ave Maris Stella" - Antonin DVORAK (Arr. Osvaldo Fernandes)
- "Pie Jesu" - Gabriel FAURÉ (Arr. António Silva)
- "Salmo 28" - Osvaldo FERNANDES

2ªPARTE:

- "El Pasodoble y Olé!" - Enrique CRESPO
- "Oblivion" - Astor PIAZZOLA (Arr. Osvaldo Fernandes)
- "Milonga de la Anunciacion" - Astor PIAZZOLA (Arr. Nelson Silva)
- "Romanza y Variaciones" - Enrique CRESPO
- "Chorinho do Brasil" - Osvaldo FERNANDES

terça-feira, 19 de junho de 2012

comentários no facebook com APV a propósito de" Six Portraits of Pain"


Post de António Pinho Vargas que deu origem aos comentários:
o desejo secreto do compositor é poder chegar ao ponto de imaginar que com a sua obra, ou algumas delas, terá mudado a vida de, pelo menos, algumas pessoas. Neste caso posso afirmar que a peça Six Portraits of Pain mudou a minha. A partir d...esse momento milagroso e inexplicável não foram poucas as vezes em que recorri à lembrança da sua estreia para tentar afastar as angústias e as dúvidas da criação: "lembra-te que foste capaz de compor aquela peça". Comparado com isto, com a possibilidade de ter sentido algumas vezes esta exaltação solitária, o facto de o disco ser quase impossível de encontrar, de a música portuguesa em geral ser menosprezada ou desconhecida, mesmo em Portugal, acaba por ter uma menor importância, nem que seja por breves momentos.
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Comentários:
Paulo Bastos Fantástica obra... o que eu gostava de assim escrever! A melodia é sempre o ponto mais evidente numa depuração controlada e sofrida. Adorei, parabéns!
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26/3 às 18:54 · GostoNão gosto · 2
Gonçalo Gato Eu tenho o disco! Estou consigo na sua luta. 1 abç
26/3 às 18:57 · GostoNão gosto · 1
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António Pinho Vargas Caro Paulo Bastos, muito obrigado. E mantemos um contacto por interpostas pessoas - alunos seus que vêm de Braga estudar comigo e com outros colegas em Lisboa, sempre muito bons, há vários anos. Não é por acaso. Parabéns e obrigado. Tem razao. É a melodia que conduz tudo.
26/3 às 18:58 · Não gostoGosto · 1
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Paulo Bastos Um sustentação melódica quase Mahleriana. Eu não tenho o disco...
26/3 às 18:58 · GostoNão gosto · 2
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Paulo Bastos Obrigado pelas suas palavras APV!
26/3 às 19:00 · GostoNão gosto · 1
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António Pinho Vargas A minha (ou nossa luta) não tem nenhuma hipótese. Estudei o assunto da ausência, desmontei-lhe os mecanismos de poder e os discursos, mas um livro é um livro, é um livro, é um livro, como diria Godard. Não muda o mundo nem pouco mais ou menos. Trouxe alguma consciencia do facto a algumas pessoas - várias - "estávamos todos enganados" disse Sérgio Azevedo, "o seu livro transformou a ausência num monumento" disse-me Nuno Corte-Real. É importante mas não irá mudar dispositivos de poder seculares ou fortemente enraizados. Monumento será esta peça, talvez. Mas foi tocada em 2005, 2006 na Casa da Música, e pela Utópica em 2011. 3 vezes em 7 anos e meio. Uma peça que um director do Serviço de Música da Gulbenkian me disse ser "uma grande peça de música, repare que não digo de música contemporânea, digo de música". Mas lá não foi... A minha tese talvez explique porquê. É isso. Serve para explicar algumas coisas mas não é suficiente para as mudar.
26/3 às 19:10 · Não gostoGosto · 7
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Paulo Bastos No que à música diz respeito sou, francamente, um pessimista. Nada vejo de positivo no atual estado das coisas desde a cultura à educação. Penso mesmo que a parolice reinante é aquilo que, infelizmente, somos. Muitas vezes, sinto-me completamente só, e chego a pensar que eu é que estou errado... os tais intermediários são os que manipulam, os que fazem prescrever o objeto estético de qualidade, os que tudo fazem para a manutenção do gosto brejeiro. Há já alguns anos que sinto isto e penso que, hoje, nada há já para fazer. Ainda assim, penso que hei-de sempre escrever música, é mesmo uma necessidade estrutural, sem a qual nada fazia sentido.
26/3 às 19:24 · GostoNão gosto · 5
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CarlotaFranco Cppinto Muito densa e bonita! Gostei muito! Obrg, por nos dar a ouvir tão boa música. Linda a sonoridade do violoncelo. E o(s) texto(s) que aparecem de Manuel Gusmão, foram inspiração para... ou surgiram depois da composção? Desculpe a minha ignorância. Um abraço.
26/3 às 19:33 · GostoNão gosto · 3
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António Pinho Vargas Cara CarlotaFranco Cppinto, cada andamento, cada um dos 6 retratos, desta peça tem um poema ou um texto de Deleuze/Espinoza, Paul Celan, Manuel Gusmão (2), Thomas Bernhard, Anna Akhmatova. Enquanto compunha a ideia de retratos de dor ou da dor - daí ser em inglês o que me dispensou desta diferença - relativos a vários tipos de sofrimento humano, foram aparecendo à medida que ia compondo: por exemplo, o texto de Deleuze no início da peça é: "Espinosa conservava o casaco rasgado pela faca assassina para se lembrar que o pensamento nem sempre é amado pelos homens". Na peça apenas o de Anna Akhmatova é ouvido - lancinante - gravado e lido por mim - mesmo antes de começar a segunda parte da peça que está neste video. Os outros, estão escritos na partitura, os músicos são convidados a lê-los, mas não são ouvidos. Que afectaram o compositor fortemente enquanto trabalhava nem se pergunta: marcaram o carácter da peça de forma indelével.
26/3 às 21:00 · GostoNão gosto · 6
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António Pinho Vargas Sabem uma coisa: num romance de Vergílio Ferreira, há um personagem amigo do principal que é pintor e a certa altura lhe diz: "às vezes, no meu delírio, até penso que o que faço é bom". Pois bem. Neste caso, no meu delírio (seguramente), até penso que esta peça é das melhores que já ouvi nos últimos 50 anos, ou talvez mesmo, 100. Já não ouvia esta gravação há uns largos meses ou anos. Hoje, como fiz este video, já vou na quarta ou quinta vez!. Ah, grande convencido que és - no teu delírio - mas que posso fazer? Encanta-me, comove-me, sei lá... Sou um ser humano e tenho defeitos como este. Como disse no início o meu amigo Paulo Bastos, é fantástica esta obra (julgo, no meu delírio).
26/3 às 23:32 · Não gostoGosto · 4

Pierre-Laurent Aimard na Casa da Música



Já foi há algum tempo, mas quem não ouviu...
Ontem assisti a um fenomenal concerto de um grande pianista francês. Tocou um dos melhores programas que eu já pude ver e ouvir. E não se trata de gostar ou não das obras ou compositores aí interpretados. É, aliás, bem mais do que isso! Trata-se de um fio condutor que só um pianista do mais alto nível poderia propor a um público. Para iniciar, algumas das peças dos “Játékok” (jogos) de Kurtág, que, de um só gesto, deslizam (numa espécie de “glissement” françes) para Schumman, op 99, e voltam a deslizar para “Splinters”, op 6d, também do mestre húngaro. No momento seguinte, o último Liszt, que vai preparar definitivamente, nomeadamente com “Les jeux d’eau” a la Villa d’Este, a segunda parte, o segundo caderno de prelúdios de Debussy. O fio condutor referido é a total unidade de uma linguagem musical aparentemente diversa, mas que está unida pelas escolhas de um pianista muito inteligente, que reuniu a intensidade de uma série de miniaturas musicais, em vez de pesadas e longas obras, que decidiu, sem hesitar, tocar duas partes seguidas, sem aplausos e a seu pedido expresso, que me deu a maravilhosa sensação de fazer ouvir uma nota em vez de muitas.
De assinalar dois aspetos negativos do concerto, por uma lado um piano que rangeu o concerto todo com uma altura, vulgo nota, que aparecia sempre que o pianista retirava o pedal. Enfim, não sei o que lá foi fazer o afinador no intervalo uma vez que na segunda parte o problema da maldita frequência mantinha-se! O outro lado negativo, é, irremediavelmente mais difícil de resolver... O comportamento de um público que não sabia ao que ia, o chamado público de “convites”, frio nos aplausos, as tosses do costume, acho que nem são da época, uma vez que se repetem em qualquer estação do ano, e, o mais lamentável, nos últimos momentos do segundo caderno, em “Feux d’artifice”, um destemido e irritante telemóvel a tocar desenfreadamente. Quanto ao resto, e ainda em relação ao público, foi o costume, a “fina nata portuense”, que não conheço apesar lá ter vivido até há muito pouco tempo e durante mais de trinta anos, a dormir profundamente (literalmente ao meu lado) e até a ressonar (um pouco atrás de mim) e a passagem habitual de, posso jurar, alguma centena, ou mais, de casacos de pele com senhoras lá dentro. Nesta dita “fina nata” não se incluem, obviamente, as pessoas que, como eu, compraram o bilhete para ir ao concerto e lá estiveram com muito gosto.

Braga, 5 de fevereiro de 2012.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

30ª edição do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim

Lisboa, 28 Abr (Lusa) - Obras de AGonçalo Alves Gato Lopes, Ana Seara e Petra Oliveira Bachratá são as finalistas do Terceiro Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim, cujos vencedores serão anunciados em Julho, no Festival Internacional de Música desta cidade nortenha.
(mais informação aqui)
Da reunião do júri constituído por António Pinho Vargas (Presidente), Carlos Caires, João Madureira e António Saiote, realizada no passado Sábado, dia 26, foram seleccionadas as obras “What if” de Petra Oliveira Bachratá e “Le Foncé Ciel de la Nuit Glacée” de Ana Seara para a final da categoria “Música de Orquestra”. Ana Seara também se distinguiu na Categoria “Música de Câmara” com a peça “Poema, Mensagem”, juntando-se a Gonçalo Alves Gato Lopes que concorreu a este prémio com a obra “Derivação”. As obras finalistas irão integrar o programa do 30º Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, em estreias mundiais, sendo que as peças da modalidade “Orquestra” serão apresentadas no dia 25 de Julho e “Música de Câmara” no dia seguinte, 26.
(mais informação aqui)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

A lot of coughing

Encontrei este texto no CigarraJazz e copiei-o para aqui...

Bach in Lisbon (2008-02-14)
I just finished playing my Bach marathons here in Lisbon, Portugal. It was the third time I have performed as part of the Piano Series in the Auditorium of the Gulbenkian Foundation. The large audience was on its feet at the end of Book II. When I started the first concert, the coughing was terrible, and then in the first pause after the fourth Fugue, a man in the audience yelled out something in Portuguese which of course I didn't understand, but for sure everybody heard it! I was later told that he said what I thought he had said: "Stop coughing so we can hear the music!" because after that they were considerably quieter. I hate to go on about that, but it makes such a huge difference not just to how I feel, but to the whole atmosphere in a hall. Silence is golden. A lot of coughing, I am sure, comes from a lack of concentration on the part of the listener. Enough about that. For the first time, I had a few hours to see something of Lisbon and the surrounding area, and the weather was warm and sunny. A quick trip to Sintra and along the coast with friends was very enjoyable. My former piano teacher, Jean-Paul Sevilla, came all the way to Lisbon for these concerts, and I was very happy to have him present in the hall.

(Angela Hewitt - no seu site oficial)

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

de parabéns!

Alunos e ex-alunos do curso de Composição da ESML recentemente distinguidos com prémios, encomendas, etc.

Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim 2007
Hugo Ribeiro - Primeiro Prémio na categoria de Música orquestral e menção homrosa na categoria de Música de Câmara
Ana Seara - Segundo Prémio na categoria de Música orquestral Orquestra do Algarve -

Workshop 2007 / Atelier de leitura (8 e 9 Novembro) Seleccionados:
Luís Soldado
Rogério Medeiros
João Antunes
Carlos Marques (Kami)
Sara Claro
Hugo Ribeiro

Encomendas do Prémio Jovens Músicos, edição 2007
João Godinho
Hugo Ribeiro
Sara Claro
Ana Seara
Pedro Faria Gomes

(toda a informação retirada daqui)

sábado, 15 de setembro de 2007

Mais, (não do mesmo) mas pior!

O novo cardápio está aqui.
No desNorte escreveu-se, muito bem, sobre o dito cujo, o "cardápio" claro, em estilo "embirração"!
A CdM por este andar vai acabar com programação estilo Paróquia/Junta de Freguesia/Associação Cultural-Desportiva!

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Festival Expresso Oriente - 2007


Qua 26 Setembro · 21h30 · Palco do Grande Auditório da Culturgest

OrchestrUtopica

Solistas
Piano Filipe Raposo (participação especial)

Ahmed Essyad La mémoire de l’eau (1982)
flauta, clarinete baixo e piano Ana Seara Três telas de Barcelona (2007)
quinteto misto Filipe Raposo Urban Roots (2007)
piano e electrónica Iyad Mohammad Matemorphosis (2000)
clarinete e piano * Jamilia Jazylbekova Le refus de l’enfermement I (2001)
quarteto de cordas * Saed Haddad Le contredésir (2004)
flauta, clarinete, fagote, violino, viola, violoncelo e percussão * Sara Claro Versus (2007) #

* Primeira audição em Portugal
# Primeira audição absoluta

(toda a informação retirada daqui)

domingo, 29 de julho de 2007

no comments (1)

Vim há pouco do concerto de Ivo Pogorelich...
Só vi a primeira parte...

Quero recordar sempre Ivo Pogorelich assim, e só assim.
J. S. Bach, Suite No. 2 in A minor, BWV807 - Prelude

(para quem estiver interessado aqui está uma crítica a um concerto com programa semelhante)

sexta-feira, 13 de julho de 2007

29º Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim

A 29ª edição do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim arranca hoje com o grupo italiano La Venexiana, dirigido pelo contratenor Cláudio Cavina, no primeiro dos 11 concertos previstos no programa do evento. Este grupo, especializado em música barroca, dedicará inteiramente a sua actuação, na Igreja Matriz, à obra de Domenico Scarlatti, na passagem do 250º aniversário da morte do compositor. Esta actuação é antecedida pela conferência do musicólogo Ruy Vieira Nery sobre “Domenico Scarlatti e a chegada dos modelos barrocos italianos a Portugal”, que constitui o primeiro evento da presente edição do FIMPV, este ano dedicado à música europeia, da Grécia clássica à actualidade. O festival decorre até 28 de Julho, com sessões na igreja matriz, na igreja de S. Pedro de Rates, no Auditório Municipal e no espaço cultural do Diana Bar, na Póvoa de Varzim, onde terá lugar a conferência e os encontros previstos no programa. Estarão presentes intérpretes oriundos de oito países, encontrando-se Portugal representado com 83 intérpretes em vários instrumentos. Além dos 250 anos de Domenico Scarlatti, o festival prestará também homenagem aos compositores Heitor Villa-Lobos e Maurice Ravel. O Quarteto de Cordas Prazak apresenta domingo no Auditório Municipal, um programa com obras de Haydn, Janácek e Dvorák. Nos dias seguintes, acontecem as actuações da violinista alemã Isabelle Faust, com o pianista russo Alexander Melnikov, num concerto com obras de Schubert, Fauré e Schumann, e dos pianista russos Nikolai Lugansky (Schumann, Brahms, Prokofiev e Ravel), dia 15, e Valentina Igoshina (Chopin, Liszt e Brahms), no dia 17. A 20 de Julho, a Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim apresenta-se com Valentina Igoshina para tocar obras de Ana Seara, Hugo Ribeiro e Dmitry Shostakovich. No dia seguinte, a Camerata Sensa Misura apresenta as obras vencedoras deste prémio na modalidade Música de Câmara, enquanto dia 23 actua o (Des)concertante Trio, que executará obras de Sérgio Azevedo, Carlos Marques, Paulo Ferreira e Astor Piazzola. A música da Grécia clássica ouvir-se-á na igreja românica de S. Pedro de Rates no dia 24, com a soprano catalã Arianna Savall. Dois dias depois, o Coro Gulbenkian apresenta-se na Igreja Matriz, sob direcção de Jorge Matta. O concerto de encerramento está a cargo do grupo belga Il Gardellino, dirigido pelo oboísta Marcel Ponseele.

(Informação retirada daqui)

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Queen's College Choir of Oxford em Braga

A LM enviou-me um email com esta informação!

O Museu Nogueira da Silva, em Braga, apresenta no dia 07 de Julho, Sábado, pelas 21h30, um concerto pelo internacionalmente conceituado coro da capela do Queen’s College da Universidade de Oxford, que conta com os apoios do Colégio 7 Fontes, do ISAVE, do IPUMI e do Palácio da Igreja Velha.
O Queen’s College Choir of Oxford tem uma forte tradição. Com os seus vinte e cinco cantores, é considerado um dos melhores de Oxford e Cambridge. O coro é dirigido por Owen Rees, Fellow em música e organista do College. O repertório do coro é vasto e imaginativo. O seu mais recente CD, Paradisi , inclui as primeiras gravações de obras setencistas de Portugal e Espanha. O Coro executa, também, repertório moderno.
PROGRAMA

Pero de Gamboa (c1560-1638)
Estote fortes in bello

Duarte Lobo (c1565-1646)
Missa de Beata virgine
Kirie
Gloria
Credo
Sanctus
Agnus Dei

Aires Fernandez (séc. XVI)
Benidicamus Domino

Duarte Lobo
Audivi vocem de caelo

Pedro de Cristo (c1540-1618)
Dixit Dominus (7vv)

Intervalo

Henry Purcell (1659-1695)
Remember not lord our offences

Lord, how long wilt thou be angry

Gerald Finzi (1901-1956)
from Seven Poems of Robert Bridges, Op. 17 (1934-1937)
I praise the Tender Flower
My Spirit Sang all Day
Clear and Gentle Stream
Haste on, My Joys

Charles Villiers Stanford (1852-1924)
Justorum animae
Entrada: 7 euros
Estudante: 4 euros

Museu Nogueira da Silva/Universidade do Minho
Av. Central, nº.61
4710-228 BRAGA
Telef. 253.601275
Telefax 253.264036
sec@mns.uminho.pt
http://www.mns.uminho.pt

segunda-feira, 2 de julho de 2007

33º Festival Internacional de Música de Espinho

A 33ª edição do Festival Internacional de Música de Espinho tem início no dia 6 de Julho.

Auditório de Espinho
Rua 34, nº 884
4500-318 Espinho
Tel.: +351 22 734 11 45 | 22 734 04 69

(Clicar na imagem para ver maior)

terça-feira, 19 de junho de 2007

Be-Bop Tango

Esta preciosidade é parte de um DVD (edição caseira) que eu comprei no eBay. É com certeza um documento histórico uma vez que se trata de um concerto realizado já muito perto da morte de Frank Zappa. O maestro é Peter Rundel (sim, o mesmo, o do Remix Ensemble) e o grupo é o Ensemble Modern. Junto aqui a descrição que acompanha o dito DVD.

This great DVD features a performance in FZ’s Yellow Shark series from Frankfurt Germany in 1992, as broadcast on Polish television. This was one of Frank’s final performances and is (needless to say) amazing from start to finish. Songs performed: Overture, Dog/Meat, Outrage at Valdez, Time’s Beach II, The Girl in the Magnesium Dress, BeBop Tango, Food Gathering in Post-Industrial America 1992, Ruth is Sleeping, Amnerika, None of the Above I, Pentagon Afternoon, Time’s Beach III, Welcome to the United States, Pound for a Brown, Get Whitey, G-spot Tornado. Also includes a documentary on the rehearsals for the shows as bonus material.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

quinta-feira, 10 de maio de 2007

sábado, 14 de abril de 2007

Peças Frescas

Estreia de obras de alunos da classe de Composição da Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, da Escola Superior de Música de Lisboa e da Universidade de Évora. As peças serão interpretadas por alunos das classes de instrumento e alguns músicos convidados.

Aqui está o programa.

No Teatro São Luiz
Peças Frescas
Novos compositores
16 e 17 de Abril
Segunda e terça-feira às 18h30
Entrada Livre

Coordenação:
Luís Tinoco, Ana Seara, Sara Claro e Sofia Sousa Rocha