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quarta-feira, 20 de abril de 2005

... tal como Feldman


Mark Rothko: Blue, Green and Brown
(1951)
1 Comments:
At Quinta-feira, 21 Abril, 2005, Luís Aquino said...
ora quem diria, uma bela pintura e é americana! Apesar que Rothko tem genes russos (eh, eh).
É um abstraccionismo muito... formal, talvez...É isso que é «...tal como Feldman» (suponho que seja um compositor)? O rigor da relação entre as cores, o equilíbrio das formas ... É engraçado como uma pintura que está nos antípodas do figurativismo consegue ser tão cativante. Quer dizer, mesmo sem saber muito bem o que ela me diz, sei que me diz algo com que me identifico. Provavelmente nem me interessa muito saber o conteúdo: como diria o próprio MR, não importa o que está pintado, desde que esteja bem pintado (olha, esta podia ir para os comentários daquele post do Pessoa sobre arte...). Ou nas palavras do próprio: «There is no such thing as good painting about nothing»

terça-feira, 12 de abril de 2005

auto-retrato (5)


2 Comments:
At Segunda-feira, 11 Abril, 2005, Patrícia said...
Os seus cabelinhos em pé demonstram talvez, um ar ougado... ponho-me imaginar de quê. talvez de um certo reconhecimento que muito tarde conseguiu. ou não. talvez ele próprio goze com a realidade q lhe “encomendaram”, de não o levar muito a sério. Enfim... o seu sentido de humor é contagiante e de louvar. Grande Satie! Grande compositor, e porque não grande pintor! (foi só para rimar)


At Segunda-feira, 11 Abril, 2005, pb said...
tá ougadito o satiezito!? tadito...

:-)

domingo, 10 de abril de 2005

auto-retrato (3)


Darius Milhaud
3 Comments:
At Domingo, 10 Abril, 2005, Luís Aquino said...
Desconheço o Darius, mas (talvez por isso mesmo) me faça lembrar Mário de Sá Carneiro. A mesma tristeza balofa no rosto, uma depressão que tresanda a mofo...e no entanto uma escrita cheia de lucidez:
«Quando eu morrer batam em latas Rompam aos saltos e aos pinotes Façam soar no ar chicotes Chamem palhaços e acrobatas Que o meu caixão vá sobre um burro, ajeizado à andaluza Que a um morto nada se recusa E eu quero por força Ir de burro!...»

At Domingo, 10 Abril, 2005, pb said...
Pois é... realmente este auto-retrato lembra a figura de Mário de Sá Carneiro... E, como nada é por acaso, eu estava a pensar um dia destes publicar um post com um poema de Mário de Sá Carneiro.

At Domingo, 10 Abril, 2005, luis aquino said...
Boa ideia! Era uma forma de colocar a tónica em domínios mais alargados do teu blog. Procurar musicalidade noutras formas de arte, como a literatura (epá,esta frase agora soou-me um bocado pirosa, mas se calhar é só por hoje ser domingo).