Mostrar mensagens com a etiqueta Tónica Dominante (1). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tónica Dominante (1). Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 19 de julho de 2005

familiar musical imagery

Neo-Romanticism, like minimalism, started out as something quite different from what it became; both grew out of ideas and techniques that first appeared as special cases of modernism. Collage and quotation were techniques for introducing familiar musical imagery into a non-tonal context; once admitted into the musical fabric, the tonal references tended to take over.

Eric Salzman, Neo-Romanticism in America, 2002

domingo, 10 de julho de 2005

Férias (11)


Paris

Férias (10)


Constância
1 Comments:
At Terça-feira, 19 Julho, 2005, Luís Aquino said...
Bonito pormenor da arquitectura popular portuguesa. Venham mais.

Férias (9)


Lisboa

Férias (8)


Ca'n Picafort, Alcudia

Férias (7)


Furadouro

Férias (6)


Zambujeira do Mar

Férias (5)


Paris
1 Comments:
At Terça-feira, 19 Julho, 2005, Luís Aquino said...
Esta imagem sugere-me um ambiente fílmico onde a beleza (romântica /barroca?)de grandes casarões alberga algo de soturno que nos gela a espinha.

Férias (4)


Londres

Férias (3)


Torreira
1 Comments:
At Segunda-feira, 11 Julho, 2005, Rogério Matos said...
Torreira?? Furadouro??? Hum, que saudades... cheira-me também ao Torrão do Lameiro onde tenho metade das costelas!!

Férias (2)


Paris

Férias (1)

O “encerramento” do Bajja e outras coisas, é claro, quer eu queira ou não, provocaram algum esmorecimento no ritmo “postante”.
Para além disso também sinto que precisava de férias...
burgau.jpg
Burgau, Lagos
2 Comments:
At Domingo, 10 Julho, 2005, dgp said...
Boas férias. Ainda bem que são só férias, isto dos blogs cria alguma dependência afectiva.

At Domingo, 10 Julho, 2005, pb said...

É verdade, o caso do Bajja é significativo... Mas ainda não estou de férias, embora a vontade seja muita e eu esteja realmente necessitado.

segunda-feira, 4 de julho de 2005

Philip Guston (2)


Philip Guston, Friend - To M.F., 1978
2 Comments:
At Terça-feira, 05 Julho, 2005, Anonymous said...
Agradeço o regresso. Sofia.

At Terça-feira, 05 Julho, 2005, pb said...
Ora essa! Não há nada a agradecer.

Bajja

Vou voltar aqui sempre!
Fico a pensar que a blogosfera tem coisas para as quais não estamos preparados.
Esta é uma delas.
A sensação de uma perda muito grande...

domingo, 3 de julho de 2005

E depois de uma grande pausa

É, parece que este blogue entrou em pausa... mas um dia destes volto em força!
Até lá.
9 Comments:
At Segunda-feira, 04 Julho, 2005, Anonymous said...
Não demores,a saudade é tónica dominante.Sofia.

At Segunda-feira, 04 Julho, 2005, nívea samovar said...
Até que enfim...
Pensava que nunca mais ias conseguir sentar-te no teu escritório!
Então até mais logo no meu país.
:-)

At Segunda-feira, 04 Julho, 2005, Carlos a.a. said...
A gente aguarda.

At Segunda-feira, 04 Julho, 2005, CHICOZÉ said...
AVÉ MARIA.

At Segunda-feira, 04 Julho, 2005, IO said...
Isto das férias deu forte nos blogs de música... abraço, outra à espera.

At Segunda-feira, 04 Julho, 2005, pb said...
Obrigado a todos pelos comentários!

At Terça-feira, 05 Julho, 2005, il dissoluto punito said...
Bom regresso !
Não parta, de vez, como outros :(

At Sexta-feira, 29 Julho, 2005, Anonymous said...
esperamos que a pausa não seja mt grande claro *** e isto não é graxa senhor professor :)lol* ou melhor, o mestre paulinho... tania gulb.

At Sexta-feira, 29 Julho, 2005, pb said...
Pois, pois... mas férias são férias, por isso também a actividade bloguista vai parando!

domingo, 19 de junho de 2005

époque horrible

(Messiaen sobre Boulez...)

Je savais que c’était une personnalité dévorante. Je l’ai deviné dès le premier instant. Je me souviens du jour où nous revenions ensemble vers la rue Beautreillis où il habitait. “Quelle époque! Me disait-il, quelle époque! Quel sera le grand musicien qui va assainir cette époque horrible?” Et je lui ai répondu: “Mais, Boulez, ce sera vous!

Claude Samuel, Permanences d’Olivier Messiaen, 1999
3 Comments:
At Terça-feira, 21 Junho, 2005, hfm said...
Gostei do comentário. Gosto muito de Boulez e tenho saudades de Berio.

At Quarta-feira, 29 Junho, 2005, Carlos a.a. said...
Não conhecia o texto. Boa premonição, a de Messian.

At Quarta-feira, 29 Junho, 2005, impressaodigital said...
:) gostei. e é francês...

Philip Guston (1)


Philip Guston, Book, 1968
2 Comments:
At Domingo, 19 Junho, 2005, Luís Aquino said...
Ora aqui está um autor que não teve problemas em mudar de estilo ou corrente artística: do abstraccionismo para o figurativismo, quando a moda era fazer a mudança no sentido inverso. Provavelmente, porque, para Guston, haver correntes e estilos é só para quem se dedica a inventar etiquetas, que servem de muleta para falar de arte. (que tal, foi profundo?...)

At Segunda-feira, 04 Julho, 2005, pb said...
Poça! Eu realmente de arte pouco ou nada percebo... Quando faço posts com obras de pintores é sempre pela maior ou menor proximidade que há entre estes e a música e se gosto ou não do que vejo. No caso específico de Philip Guston a relação de proximidade é com Morton Feldman. Este compositor tem aliás sido alvo de muitas ligações pictóricas aqui no blogue. Basta lembrar também Francesco Clemente e Mark Rothko.

Language of emotions

Music is often characterized as the language of emotions. Ironically, the vast majority of experiment al studies has been devoted to the study of musical structure as a non-verbal language, rarely as an emotional language. Part of this situation can be attributed to the widely held belief that emotional interpretation of music is a highly personal and variable experience, hence escaping scientific examination. A fortiori, emotional interpretation of music is not conceived as the product of a neuro-anatomical arrangement that can be shared by most members of a given musical culture.

Isabelle Peretz, Lise Gagnon, Bernard Bouchard, Music and emotion: perceptual
determinants, immediacy and isolation after brain damage, 1998
1 Comments:
At Domingo, 19 Junho, 2005, Analepse said...
Se é verdade que há poucos estudos sobre a interpretação emocional da música, é pena. Precisamente por ser uma linguagem não verbal é que é mais difícil separá-la da sua parte não emotiva, ou digamos discursiva(?). Mas é compreensível que haja essa resistência. Talvez por ser tão óbvio que a música transmita emoções, que quem faz a sua análise queira distanciar-se o mais possível dessa componente, com o receio que esta entorpeça aquela. Como digo, é pena, mas é tudo uma questão de haver iniciativas no sentido de contrabalançar essa falta de abordagens. Alô, compositores e analistas?...

terça-feira, 14 de junho de 2005

de conhecimento obrigatório (10)

B0000029P0.01._SCLZZZZZZZ_.jpg
György Ligeti Edition 3: Works for Piano (Etudes, Musica Ricercata)
Pierre-Laurent Aimard, Piano
10 Comments:
At Quarta-feira, 15 Junho, 2005, Paulo Mesquita said...
Parece que o comentário a Feldman (referência à 1a peça da Musica ricercata) o inspirou para este post. A propósito da ricercata, quando fui à estreia do filme do Stanley K., protagonizado por Nicole e o marido da altura Tom Cruise, fiquei estarrecido quando ouvi partes desta obra de Ligeti. O enquadramento não podia ter sido melhor. Precisamente a musica ricercata é, das obra de ligeti, a que mais toquei e toco. É das coisas que mais gozo dá a tocar. Acreditem. Quanto ao cd, a música é do melhor que há. Por vezes penso que Ligeti queria era ser músico de jazz, dado haver, em muitos momentos algo de third Stream. Uma palavra para o intérprete, como não podia deixar de ser: fantástico.

At Quarta-feira, 15 Junho, 2005, paulo mesquita said...

Correcção O comentário de que falo, no primeiro parágrafo, referenta “a Feldman”, deve ler-se “à Ionisation”. As minhas desculpas

At Quarta-feira, 15 Junho, 2005, pb said...
A série de posts “de conhecimento obrigatório” está preparada há muito tempo. O teu post só me relembrou deste grande disco que já tinha em lista de espera.

At Sábado, 18 Junho, 2005, César Viana said...
Estou a pensar ir esta semana ao Porto fazer a minha estreia da Casa da Música, indo ouvir o Quodlibet. Vai estar por lá?

At Sábado, 18 Junho, 2005, nívea samovar said...

César, eu respondo por ele porque se aqui não veio... (baixinho e para que ninguém ouça ou descodifique: ele está para ser progenitor a qualquer momento) P.S. Depois apagas isto Paulo, não fiques chateado :-)

At Domingo, 19 Junho, 2005, pb said...
Nívea Samovar, Samovar!!! Muito bem, agora o que está escrito está escrito e como não costumo apagar comentários... De qualquer forma já respondi a César Viana, mas pelo seu email directo, e não por aqui, não vá eu desgraçar-me ainda mais! :-)

At Domingo, 19 Junho, 2005, César Viana said...
Peço desculpa por esta invasão do vosso quotidiano familiar; acreditem que foi involuntária. Não vos sabia juntos. Ficará para uma altura mais propícia o nosso encontro, realmente há coisas que se sobrepõem a tudo. (e parabéns; não sei se é o primeiro que têm, mas é uma altura maravilhosa nas nossas vidas; os meus já são grandes - fazem blogues e tudo...- mas recordo as alturas dos seus nascimentos com uma alegre saudade que se renova dia-a-dia ao vê-los ser uns homens)

At Domingo, 19 Junho, 2005, nívea samovar said...
Ahahahahahahahahah Ó César... mas que mal entendido eu fui provocar :-)))))) Não sou eu! Eu estou aqui quietinha em Genève e o nosso amigo com sua esposa no Porto! (ai que já me fizeram rir tanto aqui com estas conversas malucas) Vocês são todos uns queridos. Agora quem vos convidava era eu para virem comigo à Festa da Música que dura nesta cidade há 3 dias consecutivos, noite e dia. Um S. João de música ao vivo e grátis por imensos espaços da cidade, de todos os géneros e para todos os gostos. Ontem, o Grand Théâtre de Genève e o Victoria Hall estavam a abarrotar de humanos de todas as idades. No fim dos concertos, os músicos misturam-se ao público e é uma animação de conversa. Tiram os laços e vêm refrescar-se com tubas, oboés, fagotes e flautas para o meio da rua. As estátuas seriíssimas dos grandes Reformadores estavam espartilhadas por um imenso palco para o rock! (O Calvino, sobretudo, devia estar a roer-se furibundamente, de tanto deboche). O Jazz espraiava-se pelos jardins onde uma multidão se deleitava nos relvados, deitando-se em enormes ursos de pelouche que a Câmara deposita na natureza para os cidadãos (ninguém rouba nada, não...). Nos espaços de etnologia musical, para além de um grupo do Burundi, ia actuar um rancho folclórico da “Casa do Benfica”! (Lamento mas aí pirei-me...). Enfim, vou-me embora para a última noite. Tá muuuuito calor... 31 graus. Saudades para esse país à beira mar plantado :-)

At Domingo, 19 Junho, 2005, pb said...
Hehe! Caro César Viana, eu já lhe respondi ontem por email para cesar.viana@oninet.pt, onde referi mais pormenores desta saga, a de ser pai para breve! Um abraço. :-)

At Domingo, 19 Junho, 2005, César Viana said...
Não digo mais nada...

Ária de Bach redescoberta

A propósito de obras musicais esquecidas e/ou perdidas no tempo, vale a pena ler este artigo.