
Le violoniste - lithographie
(Gen Paul: Peintre, gouachiste, dessinateur, graveur, lithographe. Montmartre (96, rue Lepic) 2 juillet 1895 - La Pitié-Salpétrière 30 avril 1975)
2 Comments:
At Quinta-feira, 26 Maio, 2005, t. said...
Boa malha!
At Sexta-feira, 27 Maio, 2005, guile said...
cool :)..
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At Domingo, 05 Junho, 2005, Paulo Cardoso Mesquita said...
No primeiro tema, Inca Roads, os mais cépticos quanto à idoneidade de zappa, ou melhor, todos aqueles que reputem o compositor como não sendo a pessoa mais idónea deste mundo(enquanto compositor, leia-se)basta esquecer a letra e o cantor e imaginar, projectando um qualquer instrumento, seja de sopro, seja cordas a tocar o tema per se - que por sinal é um grande tema - para termos a noção do potencial do senhor. Remetendo-os para o cd the Perfect Stranger(com um tal de Boulez - pois o Pierre !!!!) ou até para o GRANDE Yellow Shark( e o seu Be-Bop tango fenomenal), ou ainda mesmo o cd Zappa com a London Symph.Orchest, com Kent Nagano,as Obras padecem de enorme aceitação, sendo mesmo apelidadas de eleição em termos de música Séria, acabando mesmo imputadas a alguns “Eleitos”. Mas tudo muda quando resolvemos enquadrar a paternidade. É pena, o adn não engana. Po-Jama People (nós por cá temos a malta do fato de treino, no shopping ao domingo) e Florentine Pogen são igualmente memoráveis. Grande CD, por sinal o primeiro que um tal pb me mostrou em 94.
1 Comments:
At Terça-feira, 24 Maio, 2005, ADSUM said...
Coitadinhos dos animais que vivem na ignorância. E dizem que há tantos por aí... :)
Estes textos do Satie são fantásticos. Boa escolha!
3 Comments:
At Sexta-feira, 20 Maio, 2005, pb said...
24 anos depois e este texto ainda tão actual!
Uma desgraça este país...
At Sexta-feira, 20 Maio, 2005, Carlos a.a. said...
Esta tentativa de reforma, onde se encontraram muitos músicos que já desapareceram e que hoje estão esquecidos, teve o mesmo epílogo que a de Vianna da Motta e Luís de Freitas Branco nos anos 20! Lixo!
At Sexta-feira, 20 Maio, 2005, pb said...
Pois é, pois é...
logo a seguir veio o 310/83 que era teoricamente a tão prometida reforma do ensino da música posta em lei. Viu-se com o passar dos anos que serviu apenas para abrir as Escolas Superiores de Música do Porto e Lisboa e pouco mais... depois (em 1998) ainda tivemos o Encontro Nacional do Ensino Especializado da Música no Teatro da Trindade onde estive presente (nessa altura era ainda bem crente) a defender o sentido de uma profissão que acreditava ser de carácter especializado... também ai saíram frustradas quaisquer soluções... Entretanto os anos passaram, passaram e instalou-se a “javardice” total! Hoje pode-se dizer, com segurança, que, com a “democratização” do ensino, há mais escolinhas de música, mais professorzinhos(as) de música e “palminhas”, mais pop e rock nas escolinhas, tudo muito mais animado e menos a sério, mais ensino (des)articulado e até (des)integrado para que o precário seja o objectivo, não a atingir, mas sim, a manter ad libitum.
CONTINUEMOS POIS ASSIM, QUE ESTAMOS MAL!











5 comments
At Quinta-feira, 19 Maio, 2005, Luís Aquino said...
Os discos destes também os levavas para uma ilha deserta ou é só o teu top ten de preferências do Jazz? Assim à primeira, escolhia o ‘Bird’(está tão lavadinho na foto!), o Louis (ao início pareceu-me o Gillespie),a Ella e o Chat. Então e quem é o pretinho à esquerda na fila de baixo?
E não se arranja uma vagazita para o Dizzy e o Theolonius?
At Quinta-feira, 19 Maio, 2005, pb said...
O pretinho à esquerda é Ornette Coleman, saxofonista a quem se atribui o estilo “Free Jazz”. Mas realmente o Dizzy e o Thelonius fazem falta aqui... principalmente Thelonius...
Ainda vou resolver esta injustiça.
Assim não pode ficar!
At Quinta-feira, 19 Maio, 2005, samovar said...
hum...
(Foi para me irritar... eu sei que foi por isso que não pôs o Thelonius... grrrrrrr)
At Quinta-feira, 19 Maio, 2005, pb said...
Foi como o comment de samovar ao post “20”.
Também só foi para me irritar! :-P
At Sexta-feira, 20 Maio, 2005, ADSUM said...
Nota alta para este post. E nota 10 para a Ella. Beijos
1 Comments:
At Sábado, 21 Maio, 2005, sasfa said...
Pois, nunca tinha pensado nisso do ponto de vista de um compositor, mas faz sentido...
A relação de um instrumentista com o SEU instrumento é uma coisa especial, principalmente para aqueles que tocam instrumentos “portáteis” e não estão habituados a sofrer constantes trocas!
O caso dos pianistas é um bocado mais complexo, porque têm, no acto, que se identificar com um instrumento desconhecido... Faz-me lembrar uma certa luta do Nelson Freire com um Steinway fantástico, numa sala fantástica, mas com quem ele “antipatizou” sem razão aparente. Segundo ele, a antipatia era mútua e não conseguiram entender-se...
1 Comments:
At Quinta-feira, 19 Maio, 2005, Patrícia said...
terá a música alguma vez sido verdadeiramente “ouvida”? Quero muito acreditar que sim. Acho que se vai aprendendo a ouvir música. e este é um processo com muitos retrocessos e avanços e por isso, muito longo.