O Carlos A. A. (Ideias Soltas) enviou-me este meme* e agora há que reenviar enquanto está quentinho!
Dizem que são seis...
(*) Um “meme” é um ”gene cultural” que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma”.
(...) a métopla do templo, com o seu fixo, restrito quadro, leva o artista a concentrar-se, a exprimir o máximo de ideias no mínimo de figuras e gestos. Por outro lado, é inegável que a obra extensa é pouco acessível àqueles mesmos que mais precisam de cultura, que duas ou três frases, esplêndidas no seu isolamento, enérgicas e nítidas, lhes ficam mais gravadas no espírito do que longos monólogos. De resto quantas obras se não resolvem numa série de aforismos? (...)
Agostinho da Silva, Considerações e Outros Textos - A Vantagem do Aforismo
... e os seis são oito: o Vítor I., o Rui, a Ana C., a Teresa, o Rogério, a Paula e o Rui, a io e o Pedro.
Dizem que são seis...
(*) Um “meme” é um ”gene cultural” que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma”.
(...) a métopla do templo, com o seu fixo, restrito quadro, leva o artista a concentrar-se, a exprimir o máximo de ideias no mínimo de figuras e gestos. Por outro lado, é inegável que a obra extensa é pouco acessível àqueles mesmos que mais precisam de cultura, que duas ou três frases, esplêndidas no seu isolamento, enérgicas e nítidas, lhes ficam mais gravadas no espírito do que longos monólogos. De resto quantas obras se não resolvem numa série de aforismos? (...)
Agostinho da Silva, Considerações e Outros Textos - A Vantagem do Aforismo
... e os seis são oito: o Vítor I., o Rui, a Ana C., a Teresa, o Rogério, a Paula e o Rui, a io e o Pedro.




it then, but [he had] very much admiration for Varèse. Varèse was the first composer Zappa discovered who struck him so much that he became Zappa's icon. Zappa told me, "I've written some scores for orchestra, and would you consider to look at them?" I was just finished with the New York Philharmonic, and beginning with IRCAM and the Ensemble InterContemporain. So I told him, "You know I don't really conduct orchestras for the time being. If you want me to conduct a work for orchestra, you have to wait for quite a long time. But if you want to write something for the Ensemble InterContemporain, then I will perform it immediately." And so he said, "Well, I will compose for the Ensemble!" About a month later he sent me scores. I then organized an American program with a work by Carter, a work by Zappa and one by Ruggles. There may have been a work by Varèse, I don't remember exactly. It was a hard program from the point of view that I wanted the audience to take Zappa seriously, and not just as a joke. The reaction was interesting, as I expected. People who came for Carter said, "Why Zappa?" and people who came for Zappa said "Why Carter?" After that we recorded Zappa's music, in his presence. He was really a very interesting character.