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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
sábado, 15 de dezembro de 2007
Worldwide Atonality Day
Segundo Alex Ross no dia 17 de Dezembro celebra-se, com os seus 100 anos, o "Worlwide Atonality Day"!

Para reforçar esta data deixo apenas esta pequena (grande) frase de Arnold Schoenberg...
Para reforçar esta data deixo apenas esta pequena (grande) frase de Arnold Schoenberg...
Estou a ser levado por uma necessidade de brevidade, precisão, definição e clareza. Tenho a sensação que estou a dizer tudo de forma, mais clara e precisa, de forma menos ambígua e mais pessoal.
(Tradução pb)
sábado, 7 de julho de 2007
segunda-feira, 16 de abril de 2007
aos meus adversários
Se alguma coisa realizei não sou eu quem merece o mérito de tal realização. Esse mérito deve ser atribuído aos meus adversários. Foram eles que me ajudaram.
Arnold Schoenberg (tradução de pb)
Arnold Schoenberg (tradução de pb)
domingo, 15 de abril de 2007
My music is not lovely
(...) anos mais tarde, na América, um grande nome de Hollywood, bem intencionado, queria encomendar-lhe uma obra de acompanhamento e, para tal, elogiou-lhe a sua “agradável música”, ao que Schoenberg respondeu “My music is not lovely”. O contrato acabou por não se fazer.
domingo, 14 de agosto de 2005
Atonality (5)
(Arnold Schoenberg to Dika Newlin)
“You have not suffered enough. You must suffer”.
Dika Newlin, Schoenberg Remembered: Diaries and Recollections, (1938-76),
1980
“You have not suffered enough. You must suffer”.
Dika Newlin, Schoenberg Remembered: Diaries and Recollections, (1938-76),
1980
Atonality (3)
Schoenberg was himself well aware of the ambiguities and limitations inherent in any analysis of a musical work, especially an atonal composition. In a lecture of 1932 on the Four Orchestral Songs, he cautioned his listeners in a way that the author of this book can only echo: “I would not have you believe, ladies and gentlemen, that with this analysis all aspects of this section have been elucidated.... I state what I see, as far as I am able to express it. Yet in the end, this is still a path on which one must feel one’s way, step by step, with the tip of one’s toes.”
Bryan R. Simms, The Atonal Music of Arnold Schoenberg, 1908-1923, 2000
Bryan R. Simms, The Atonal Music of Arnold Schoenberg, 1908-1923, 2000
Atonality (2)
(sobre A. Schoenberg...)
Mahler was one of the last, saying: “I don’t understand his music, but he’s young and perhaps he’s right. I am old and I daresay my ear is not sensitive enough”.
John L. Holmes, Composers on Composers, 1990
Mahler was one of the last, saying: “I don’t understand his music, but he’s young and perhaps he’s right. I am old and I daresay my ear is not sensitive enough”.
John L. Holmes, Composers on Composers, 1990
Atonality (1)
In a letter addressed in 1909 to Ferruccio Busoni, Schoenberg described his recent compositions as works that demand “belief and conviction.” They were products of pure imagination, he said, not objects to be judged by outward appearance, and they were intended only for those who take “the side of all who seek.” With these generalizations he described a new style of music with which he had been experimenting for about a year.
Bryan R. Simms, The Atonal Music of Arnold Schoenberg, 1908-1923, 2000
Bryan R. Simms, The Atonal Music of Arnold Schoenberg, 1908-1923, 2000
2 Comments:
At Domingo, 14 Agosto, 2005, sasfa said...
Também aqui a imaginação, tal como no texto referente a Bartok, embora neste se pareça opôr os dois compositores no que respeita a esta questão! Não será este o denominador comum de toda a composição, tonal, atonal, dodecafónica, electrónica, etc?!
At Domingo, 14 Agosto, 2005, pb said...
São essas mesmas, as oposições que eu vou lançando aqui para o blogue! Tudo completamente intencional.
domingo, 1 de maio de 2005
Serenata
Mil grotescas dissonâncias
Faz Pierrot numa viola.
Sobre um pé, como cegonha,
Ele arranha um Pizzicato.
Logo vem Cassandro, tonto
Com o estranho virtuose.
Mil grotescas dissonâncias
Faz Pierrot numa viola.
Da viola já se cansa.
Com os delicados dedos
Pega o velho pela gola
E viola o crânio calvo
Com grotescas dissonâncias.
Arnold Schoenberg
Pierrot Lunaire, op. 21 (1912)
três vezes sete poemas de Albert Giraud
Faz Pierrot numa viola.
Sobre um pé, como cegonha,
Ele arranha um Pizzicato.
Logo vem Cassandro, tonto
Com o estranho virtuose.
Mil grotescas dissonâncias
Faz Pierrot numa viola.
Da viola já se cansa.
Com os delicados dedos
Pega o velho pela gola
E viola o crânio calvo
Com grotescas dissonâncias.
Arnold Schoenberg
Pierrot Lunaire, op. 21 (1912)
três vezes sete poemas de Albert Giraud
quarta-feira, 20 de abril de 2005
ideas for coherence
I. A ideia de uma peça de música é
1) na sua concepção
a) puramente material
c) psicológica
b) metafísica
2) na sua apresentação
a) lógica
c) psicológica
b) metafísica
II. A concepção não necessita de lógica
III. A apresentação necessita de lógica
Arnold Schoenberg
(tradução de pb)
1) na sua concepção
a) puramente material
c) psicológica
b) metafísica
2) na sua apresentação
a) lógica
c) psicológica
b) metafísica
II. A concepção não necessita de lógica
III. A apresentação necessita de lógica
Arnold Schoenberg
(tradução de pb)
quarta-feira, 13 de abril de 2005
Portrait
The portrait need not resemble the model, only the artist.
Arnold Schoenberg (1911)
Arnold Schoenberg (1911)
2 Comments:
At Quarta-feira, 20 Abril, 2005, Luís aquino said...
Este Arnold não é aquele que é governador da Califórnia e em tempos foi Mr Músculo? Just kidding!
Realmente esta citação está muito conseguida; é uma definiçao possível de arte
plástica, não?
At Sábado, 23 Abril, 2005, Sérgio Amaral said...
Or the observer...
sexta-feira, 8 de abril de 2005
Arnold Schoenberg (professor e compositor)
Probably there have been very few distinguished composers who spent so much time in their career teaching, and with such passionate dedication to this task, as Schoenberg did. One of the principle reasons for this strong passion along the tradition lay in the belief that teaching constituted an indespensable means of passing along the tradition that he believed in so fervently and of which he considered himself to be a part. Schoenberg was never reluctant to pay homage to those composers who had influenced him: his primary ‘teachers’ Bach and Mozart, and secondarily Beethoven, Brahms, and Wagner.
Leonard Stein
Leonard Stein
2 Comments:
At Sexta-feira, 08 Abril, 2005, sasfa said...
Ai se o Adorno visse isto!!
At Sexta-feira, 08 Abril, 2005, pb said...
Eu mandava chamar o Boulez e eles que se entendessem! :-)
quinta-feira, 24 de março de 2005
in statu nascendi
Desde o principio que este tipo de composições diferiam de toda a música precedente, não só harmonicamente, mas também melódica, tamática e motivicamente. Mas a principal característica destas peças in statu nascendi era a sua extrema expressividade e a sua extraordinária brevidade. Naquele tempo, nem eu nem os meus alunos tínhamos consciência das razões para estas características. Mais tarde descobri que o nosso sentido de forma estava certo quando nos obrigava a equilibrar a emoção extrema com uma brevidade extraordinária.
Arnold Schoenberg (tradução de pb)
Arnold Schoenberg (tradução de pb)
sábado, 19 de março de 2005
Are you really the famous composer Arnold Schoenberg?
Austrian army sergeant: Are you really the famous composer Arnold Schoenberg?
Schoenberg: Well, nobody wanted to be, so i had to take on the job.
Schoenberg: Well, nobody wanted to be, so i had to take on the job.
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