Hoje, quando penso em mim e no meu percurso enquanto ser
humano ocorrem-me muitas coisas, umas boas outras más, que a memória não soube
apagar. Vejo aquilo que quase fui e aquilo que quase sou e chego serenamente, e
conformado, a uma conclusão. Antes ser quase um compositor, antes ser quase um
bom professor, antes ser quase um ser humano livre, um daqueles que vive pela
sua própria consciência, do que estar em vão a pavonear as vaidades supérfluas
dos que se acham coisa alguma. Estou, agora com a idade a avançar, a perceber
como tudo isto é tão verdade. Não me revejo naqueles que acham que são mais do
que quase nada. Pessoalmente acho muito mais compensador ser quase nada do que
nada ser. Quase tudo e todos os que me rodeiam assim são, cheios de certezas,
glórias e aparentemente “felizes” com a sua prestação cada qual no seu pequeno mundinho.
Olho para eles com algum desdém uma vez que o que entendo, do meu infinito e
quase nada íntimo, é a inutilidade das suas vidinhas que debaixo da aparência
do todo total nada mais são do que nada.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Férias de Agosto de 2013
Depois das férias praticamente passadas já estou a pensar nas que irei fazer em Agosto de 2013... Assim, e porque já decidi, vou passar as minhas próximas férias a Marte. Espero que por lá ninguém me ache esquisito nos gostos (musicais e outros), frontal, demasiadamente falador, elitista, com a mania da perseguição e socialmente pouco recomendável. Espero mesmo que ninguém ache coisa nenhuma sobre a minha pessoa!
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